creātiōnēs

Exposição do acervo da freguesia
12 de outubro, 18h00

 

“Os espelhos são usados para ver o rosto, a arte para ver a alma”

George Bernard Shaw

 

Sinopse:

Pela primeira vez, a Galeria Santa Maria Maior expõe o conjunto de peças que fazem parte do seu acervo, constituído ao longo dos últimos cinco anos.

CREĀTIŌNĒS é uma exposição integrada nas Comemorações do 10º Aniversário da Freguesia de Santa Maria Maior, que se assume também como casa das artes, da cultura e dos artistas.

Ao longo destes anos, foram realizadas 40 exposições neste espaço no coração de Lisboa e, em cada uma delas, uma das peças expostas reverteu para a Junta de Freguesia, doada pelos artistas, constituindo assim um valioso espólio artístico e cultural que agora expomos no seu conjunto.

A Galeria de Santa Maria Maior faz hoje parte incontornável do roteiro expositivo e cultural de Lisboa, num caminho feito com criadores e agentes culturais, com parcerias várias e com o público, em particular com os fregueses deste território, que são sempre o fim primeiro e último da atividade da Junta de Freguesia.

Continuaremos a fazer, juntos, este caminho ao serviço da Cultura e das pessoas de Santa Maria Maior. Porque a nossa alma não é pequena.

 

Texto de apresentação [reunindo trechos das sinopses de todas as exposições]:

Saudades é um encontro com os seus moradores mais antigos, com os seus visitantes, procurando conhecê-los. Saudades da Rua da Saudade,  Museu de Lisboa Teatro Romano

A arte existe para nos salvar da banalidade do mundo. Uma evocação da memória, como atlas infindável de temas e imagens. O desenho como forma de desaceleração, inquietação, enaltecendo os sentidos na interpretação do visível. Desenho(s) em Construção,  FBAUL

Perdia-me nas caixas imaculadamente arrumadas com uma infinidade de formas, cores e materiais. O tempo afinal só precisa de tempo. Entre Laços, Clara Azevedo

A fotografia continua a ser o grande testemunho e ninguém deve ficar fora do retrato. Jardim de Namorados – A Arte de Casar em Moçambique, António Leitão-Marques

Pousado sobre peanhas, ou pendurado nestas vestutas paredes, cada traço, cada pincelada, cada peça criada, cada conceito explanado. XII Exposição dos Ex-Alunos e Professores da Escola de Artes Decorativas António Arroio

A realidade não existe. Cada um compõe a sua fração de real, concreto, imagético, e, até, quem sabe, provável. A arte é doutro domínio. Nela não há mais mundo do que aquele que desvela na obra. Artérias, Coletivo

Quando Deus viu que a obra era boa, descansou. Nesta tarefa imensa de observar e aprender, o miúdo fez-se gente de procura. Na Terra de Jacó, Bruno Saavedra

Uma corrente que vai do naïf ao cubismo sintético, em tons tropicalistas. A-COR-DAR, Gutemberg Coelho

Muitas Lisboas. As Lisboas do artista. As Lisboas do Nuno Saraiva

Um diálogo entre prática artística e pesquisa etnográfica. Explora o sentimento de orgulho. Orgulho Bairrista, Andy Dyo e Iñigo Sánchez

Realistas ou altamente geométricas enfatizam o ritmo e a oposição entre espaços vazios e plenos. Um Continente e os Seus Povos, African Arte Lisboa

Porque é que nossa mente nos trai na perceção da verdadeira realidade das coisas? O objeto artístico é matéria, mas ao mesmo tempo não é. O Gato Invisível de Tão Preto Que Era, Coletivo

Quando eu queria, e podia voltar à superfície com os olhos cheios de água, as coisas não mudaram muito afinal, continuo a nadar em sonhos, ao som da rebentação. Forget Me Not, Ricardo Passos

De repente, acontece o imprevisível e rapidamente toma conta do mundo. Dupla Realidade, Luís Ramos

Impressiva e simbólica. Mátria, Alfredo Cunha

Um roteiro poético onde a ressurreição surge na sombra de escombros e ruínas, onde se fundem signos e uma profunda reflexão sobre o sentido da ausência e a voz da memória. Ruínas, Orlando Azevedo

Um único movimento onde ações e pensamentos se desdobram. Uma Outra Forma de Arte, Galeria Perve

O decano. 70 Anos Atrás de Uma Lente, Fernando Corrêa dos Santos

É num percurso que desenha esta geografia sentimental. Rio – Uma Geografia Sentimental, João Henriques

Repiques, dobram-se em si mesmos, antes numa aceleração furiosa de quem sabe que não sabe como dizer não. Repiques, Elizabeth Leite

A janela abriu-se e fica a esperança. Uma Janela Aberta Ao Mundo, Tiago Miranda e Nuno Pinto Fernandes, CC11

Que o futuro nos traga mais imagens, tantas e tão belas que nos possam encher a alma. 30 Anos Animanostra

O amor, o amor pela arte, pelos valores e pela cultura e que a pintura torna possível. Casais de Sonho – BorderLovers, Coletivo

Ouvia o vento e os pássaros, que desconheciam esta paragem do tempo. Gestos simples eram ruído, cada disparo era perturbador. 365 Dias Que Mudaram as Nossas Vidas, Clara Azevedo

Em relação à imagem fotográfica, resiste-se à categorização estética, como se, por quotidiana, distasse do Olimpo artístico. Edição Limitada, Coletivo CC11

Andamos sempre a dizer nunca mais, nunca mais…, mas algum nada temos de fazer. DIAKUYU, Coletivo CC11

O poder que elas têm de ser senhoras do seu próprio destino. Holly, Donna Ferrato

Por entre corredores existe um vislumbre rápido das várias narrativas que são reveladas em cada sala, alterando histórias, pulando enredos, mudando personagens. Labúrinthos, Maria Beatitude

Um trabalho em aberto que teima em não se conseguir fechar. Passado-Presente, Patrícia de Melo Moreira

Uma tarefa hercúlea a tender para a impossibilidade. O Mundo no Chiado, Jorge Rodrigues

Negativa ou positivamente, consciente ou inconscientemente rotulamos, como se de um arquivo obsessivo se tratasse. Stick, Stack, Stuck, Coletivo

O impacto que a incerteza tem na vida das pessoas. New Lisbon, Gonçalo Fonseca

Este movimento sempre em diálogo como um referencial – corpo ou espaço arquitetónico, conduzem o trabalho artístico para a zona da instalação. A Transversalidade do Objeto no Espaço, Susana Gorjão

O limite do corpo, a ausência de peso, um voltar para dentro, para o desenho que aparece e desaparece, que tem de ser procurado como um pensamento. Sem Diálogo, João Amoêdo Pinto e Jorge Barrote

Há que procurar a nitidez do olhar. Não Basta Pensar, Coletivo

Um reflexo da contemporaneidade.  Um convite a explorar fronteiras, refletindo sobre a solidão, restrições e vazio. Confins e Chocalhadas, Enric Vives-Rubio e Rui Miguel Pedrosa, CC11

Comunicar nas entrelinhas não está ao alcance de todos. Entrelinhas, Paulo Canilhas

A arte é um fenómeno da ordem do arcaico. Ela foi, e será sempre, um fazer que depende da aliança mágica entre o olho e o espírito. Outro Jardim Interior, Luísa Ferreira e António Faria

 

Artistas:

Acácio Santos Adriano Miranda African Arte Lisboa Alexandre Almeida Alfredo Cunha Alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa AMI Amy Madeira Ana Baião Ana Brígida Ana Cristina Dias Ana Morgado Anabella André Alves André Dias Nobre Andy Dyo Animanostra António Casimiro António Faria António Gomes Pinho, Acervo António Jorge Ribeiro António Júlio Duarte António Leitão-Marques António Martins António Pedro Ferreira António Pedro Santos António Pedrosa António Rolo Arlindo Camacho Augusto Brázio Brites Bruno Portela Bruno Rascão Bruno Saavedra Bruno Santos Carlos A. Costa Carlos Farinha Carlos Pé-Leve Carmo Patacho Catarina Oliveira e Costa Ceppas Céu Guarda Christos Soularis Clara Azevedo Conceição Lacerda Conceição Vouga Corrêa dos Santos Cristina Salgado Dália Cordeiro Daniel Blaufuks Daniel Rocha Daniel Rodrigues Dário Diana Quintela Diana Tinoco Donna Ferrato Edgar Oliveira Eduardo Leal Elizabeth Leite Enric Vives-Rubio Ester Costa Eunice Artur Fernanda Páscoa Fernando Ricardo Fernando Veludo Filipe Abreu Filipe Amorim Francisco Romão Pereira Gabriel Garcia Georgia Tourmouzi Giuliano Giuggioli Gonçalo Delgado Gonçalo Fonseca Gonçalo Lobo Pinheiro Gutemberg Coelho Horácio Villalobos Hugo David Hugo Delgado Igor Martins Iñigo Sánchez Ivan Villalobos Ivo Bassanti Javier Félix João Amôedo Pinto João Carlos Santos João Francisco Vilhena João Henriques João Mariano João Pina João Porfírio Jorge Barrote Jorge Rebelo Jorge Rodrigues, Acervo José Alberto José António Rodrigues José Augusto Coelho José Bacelar José Carlos Carvalho José Chambell José Fernandes José Pedro Santa-Bárbara José Sarmento Matos José Sena Goulão Katie Lagast Leonel de Castro Luciacri Luís Barata Luís Dias Ribeiro Luís Filipe Catarino Luís Guilherme Teves Luís Nobre Luís Ramos Luísa de Sousa Luísa Ferreira Manuel Almeida Manuel Moura Manuel Pina Manuel Portugal Manuela Manuela Mourato Maria Beatitude Maria Gouveli Maria José Couto Mariline Alves Marisa Cardoso Marisol Gonzalez Marta Angelozzi Mathieu Sodore Matilde Fieschi Miguel A. Lopes Miguel Madeira Miguel Manso Miguel Riopa Mimi Prosperi Museu de Lisboa, Teatro Romano Natacha Cardoso Nathalie Afonso Nikos Gyftakis Nuno Nuno André Ferreira Nuno Botelho Nuno de Santos Loureiro Nuno Fox Nuno Marcelino Nuno Pinto Fernandes Nuno Saraiva Nuno Veiga Orlando Azevedo Patrícia de Melo Moreira Paula Rosseau Paulo Alegria Paulo Alexandrino Paulo Canilhas Paulo Nunes dos Santos Paulo Pereira Paulo Petronilho Paulo Pimenta Paulo Simão Paulo Vaz Henriques Pedro Amaral Pedro Letria Pedro Nunes Pedro Zamith Raf Cruz Ricardo Lopes Ricardo Passos Rita Carmo Rodrigo Cabrita Romeu Costa Rui Caria Rui Cristino da Silva Rui Duarte Silva Rui Gaudêncio Rui Miguel Pedrosa Rui Oliveira Rui Soares Sara Domingos Sara Franco Sara Hagins Sara Matos Sérgio Rolando Susana Gorjão Tânia Simões Theoni Dimopoulou Tiago Miranda Tomás Silva Valter Vinagre Vera Marmelo Vítor Mota

 

Inauguração: 12 de outubro, 18h

Patente até 4 de novembro

Segunda-feira a sábado, 15h-20h

Galeria Santa Maria Maior > Rua da Madalena, 147

Entrada livre.

 

 

– Comemorações 10º Aniversário da Freguesia –